Quando um belo dia ele partiu para uma das grandes guerras, uma cidade estava sendo atacada e ele foi chamado para defendê-la, pois era um grande dia para ele, exatamente o dia de sua formatura onde o mesmo seria dispensado do exército, porém ele teve que ir para a guerra, nós tivemos que esperar ele voltar, mas ele não voltou. Um dos amigos dele que servia o exército voltou da guerra e trouxe notícias sobre meu pai, disse que foi pego pelo exército inimigo. Quando ele terminou de falar minha mãe desmaiou, quando ela acordou disse: − Ufa! Que bom que só foi um pesadelo.
− Que pesadelo? Perguntei a ela.
− Sonhei que seu pai foi capturado pelo o exército inimigo. Respondeu ela.
Não tinha outra escolha e tive que falar o que aconteceu, ela ficou muito e no dia seguinte encontro ela enforcada, pendurada apenas por uma corda no pescoço, Gritei bem alto então o vizinho me pegou e disse: − Não, não olha filho não olha, olhe somente para mim.
Aquilo foi um terror para mim quando criança, e hoje quando eu vou dormir eu vejo meu pai e minha mãe brincando comigo quando eu era criança. Desde a guerra não recebi notícias de meu pai e tenho grande esperança que ele esteja vivo.
Estava muito feliz, pois iria completar meus 15 anos e já podia me alistar no exército, coincidentemente no dia anterior sonhei com meu pai, ele dizia que eu seria um grande homem e que construiria uma excelente carreira no exército e me segurando em seu colo e olhando em meus olhos disse que seria muito feliz. Quando fui logo para um acampamento militar fazer minha inscrição para entrar no exército, o comandante olhou pra mim e disse que tinha muita cede de vingança dentro do meu coração. Contei minha história para ele e ele disse: − Seu pai foi um bom homem, mas aqui não é lugar pra brincadeira, quem entra aqui é treinado pra morrer e pra matar, você tem certeza que quer isso pra sua vida?
− Tenho certeza, pois não tenho nada a perder. Respondi
− Então vá buscar suas coisas, você tem que está aqui até o anoitecer. Disse o comandante.
− Sim senhor! Respondi.
De Diego Topo







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